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1 de junho de 2013

Discutindo o mandamento de não matar



Discutindo o mandamento de não matar

Embora a taxa de homicídios esteja em decréscimo no Brasil, os números são impressionantes. Anualmente, aproximadamente 45 mil pessoas são mortas pela violência. É como se a população inteira de Ribeirão Preto fosse dizimada a cada 12 anos. Os dados de 2004 apresentam uma média de 27 mortos para cada grupo de 100 mil habitantes e as autoridades garantem que é possível chegar a um total de 40 mil assassinatos anualmente nos próximos anos.

Para se ter uma das dimensões da violência, na Guerra do Vietnã, por exemplo, morreram 46.360 militares norte-americanos em quase 14 anos de conflito. Ou seja, o volume de brasileiros assassinados em um ano é semelhante ao total das baixas de toda tropa norte-americana na Guerra do Vietnã. Nesse número, não são consideradas as pessoas vítimas de diversas formas de violência e que convivem com sequelas resultantes das agressões sofridas.

Apenas uma ínfima parcela desses assassinos sofre as consequências do crime que praticam, o que gera uma sensação de impunidade e deixa aos infratores a certeza da ausência do poder público do estado e da repressão que a própria sociedade deseja. Mas e do ponto de vista religioso? Ficarão impunes?

Recordo-me de ter ouvido a entrevista de um assassino na penitenciária que havia matado diversas pessoas, na qual ele era inquirido sobre qual seria o motivo dele estar na prisão. A resposta foi simples e direta, ”Estou preso porque a polícia me pegou”, não havendo qualquer relação entre o crime e o castigo ou ao mal causado a suas vítimas e familiares.

A violência e a criminalidade não são assuntos novos. Uma das primeiras tentativas de legislar e estabelecer penas, castigos e punições aos indivíduos que praticavam atos contra outro indivíduo foi formulada no famoso código de Hamurabi, escrito em 1780 a.C, ou seja, 3791 anos atrás. Esse conjunto de leis disciplinava as relações humanas, impondo regras e punições aos membros da civilização Babilônica durante o reinado de Hamurabi. Tais regras visavam a evitar que as pessoas buscassem justiça pelas próprias mãos, nos diversos crimes e delitos que ocorriam.

Ficou famoso por estabelecer basicamente a pena do ”olho por olho, dente por dente”, na qual o mal causado a alguém seria o castigo imposto a quem o causou, de maneira idêntica. Logo, se alguém cometesse um assassinato seria submetido à pena capital, ou seja, pena de morte. Desta forma, esperava-se que os indivíduos da sociedade tivessem medo das punições impostas aos crimes que viessem a cometer.

Essa legislação é a mais antiga que se tem conhecimento até hoje. Inclusive, há poucas semanas, em maio deste ano, ela foi totalmente traduzida por pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, que levaram 90 anos para interpretar todas as 28 mil palavras da escrita cuneiforme dos babilônios.

Aproximadamente 260 anos depois de Hamurabi, por volta de 1512 a.C, ou seja, 3525 anos atrás, Moisés entregou o conjunto de leis que viria a ser conhecido, na versão mais resumida, pelos dez mandamentos. Sobre a questão do assassinato o texto é claro e imperativo, ”Não matarás o seu semelhante”. Moisés, que viveu entre 1592 a.C. e 1472 a.C., foi responsável pela criação da Bíblia hebraica (Tanakh), muito conhecida pelos cristãos como o Antigo Testamento. Ele é enaltecido pelos judeus como o seu principal legislador e líder religioso.

As Leis Mosaicas, ou o Toráh, são interpretadas como sendo a própria palavra de Deus, outorgada ao povo de Israel por intermédio de Moisés.  Os mandamentos foram entregues no Monte Sinai e somam um total de 613 regras de conduta. De forma muito simplificada essas regras podem ser restritas nas dez ordens seguintes:

1º - Amar a Deus sobre todas as coisas;
2º - Não usar o nome de Deus em vão;
3º - Guardar domingos e festas de guarda. (Shabatt, Sábado, no original, significa ’descanso”. O dia de descanso do cristão é o Domingo, substituindo o Sétimo Dia dos hebreus;
4º - Honrar pai e mãe;
5º - Não matarás;
6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras;
7º - Não roube (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo);
8º - Não levantar falsos testemunhos;
9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos,
10º- Não cobiçar as coisas do outro.

Infringir uma dessas regras é cometer um pecado, que é praticar um erro às regras de Deus, que poderá castigar diretamente o pecador, de diferentes formas. Dizem os textos bíblicos que o castigo mais grave é, depois de morrer e depois do juízo final, ser conduzido para o inferno.

Diferentemente do código de Hamurabi, agora o criminoso não mais temeria o castigo dos próprios homens, mas o impingido por Deus.

Entretanto, ao longo do tempo os códigos e leis da antiguidade foram incorporados aos códigos e legislações dos povos, reinados, impérios e, hoje, países em todo o globo. Nem por isso, a humanidade deixou de conviver com o assassinato e o desrespeito à vida humana.

Os cristãos reconhecem no Decálogo uma importância e um significado muito grandes, porém Jesus Cristo resumiu todos os mandamentos em apenas dois, chegando a uma máxima que, se praticada, mudaria completamente todas as relações humanas do planeta. No amor a Deus e ao próximo.

Jesus interpreta a Lei do Amor da seguinte maneira: ”Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento”, e o segundo, ”Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Ao adotarmos a crença em Deus, como criador e ”Pai” de todos, reconhecemos de imediato a irmandade que une todos os humanos sobre a terra, nos fazendo iguais. Assim, o criminoso, o político corrupto, o ateu, o traficante e todos os seres que praticam atos contra a vida de outro ser humano são nossos iguais e filhos do mesmo criador. O mandamento de Jesus transcende, ele pede que nós nos dediquemos aos criminosos com amor, como se fosse a nós mesmos.

Ao incrédulo esse mandamento parecerá incoerente e absurdo. Porém, nem a lei de Talião estava errada quando sentenciava o criminoso à mesma pena que cometesse, o fazendo temer aos homens, nem as leis de Moisés, que levava o temor das penas do inferno e o temor a Deus. Finalmente, Jesus está certo ao propor a prática do amor incondicional.

Uma das religiões mais seguidas em todo planeta é o budismo, que prega a lógica do ”carma” ou ”Karma”, também explicitado na religião induísta e também no janaísmo. O budismo é o conjunto de práticas e ensinamentos atribuídos ao mestre Siddhartha Gautama, ou simplesmente Buda, que significa ”O Iluminado”. Buda viveu e desenvolveu seus ensinamentos no nordeste do subcontinente indiano há mais ou menos 500 anos antes de Cristo. O budismo ensina que uma má ação é como uma semente que se planta e os frutos serão colhidos pelo semeador, com sabor amargo da má conduta. Essa colheita se dará nessa vida ou numa próxima, por meio da reencarnação. Assim, a lei do ”olho por olho, dente por dente” se ajusta perfeitamente ao conceito do carma. Do mesmo modo, se o indivíduo procurar seguir os mandamentos de Moisés vai evitar adquirir novas dívidas e novos carmas.

Finalmente, se o ser humano praticar uma conduta de amor ao semelhante, fazendo o bem, poderá anular seus carmas passados. É como se ele pagasse suas dívidas e ficasse quite com o equilíbrio até se tornar uma fonte de luz e de amor para outros seres humanos, quando se transforma em um verdadeiro mestre nos exemplos e na prática do bem. Além disso, segundo esses ensinamentos, a evolução da sociedade se dá de forma coletiva, ou seja, se a maioria praticar o bem os indivíduos de má índole e má conduta vão se modificar por meio dos exemplos.
Desse modo, fica mais fácil entender os ensinamentos de Jesus quando ele prega que todo ato de amor é capaz de anular o ato de ódio e do crime. Logo, se o indivíduo destruiu com atitudes criminosas, poderá reconstruir com atitudes e a prática do amor. Porém, se o indivíduo ainda não é capaz de perceber as consequências funestas de atos destruidores, perecerá vítima de sua própria violência, na reação de sua má ação, nessa ou em uma futura existência, como prega o Carma ensinado por Buda. Assim, ele se mantém preso aos grilhões de seu próprio mal e confirma a máxima do ”olho por olho, dente por dente”.

Relembremos a sabedoria de Jesus, que pede a Pedro que guarde sua espada, ”pois aquele que ferir com a espada, perecerá pela espada”, e mais adiante nos ensina que ”O amor e o perdão cobrem a multidão dos seus pecados”. Podemos, então, praticar o bem e o amor ao semelhante e anular os nossos carmas passados e fazer do nosso planeta um lugar bem melhor para se viver, em harmonia e respeito ao grande arquiteto do universo, Deus.

Praticar esse amor ao semelhante, reduzir e eliminar a miséria, a fome, dar oportunidades de desenvolvimento intelectual, acesso ao conhecimento, ao trabalho, à educação de qualidade e caminhar para um mundo de justiça social são apenas alguns degraus na longa jornada dos homens pela felicidade na terra. Utopia para uns, verdade para outros. E para você?

Lembremos sempre que toda religião é boa quando fala ao coração de cada um e ajuda o homem a ser agente do bem para todos. Envie suas sugestões, suas críticas, seus pensamentos e participe do site e desse espaço conosco. Fique com Deus, sempre.
fuzilamento olho por olho dente por dente dez mandamentos bilbia jesus deus moises amar ao proximo semelhante nao matar assassinato brasil guerraFrancisco José de Goya y Lucientes – pintor espanhol (1746/1828)
Óleo sobre  tela de 1814 (268 x 347 cm)
Fuzilamento em Tres de Maio (1808) – Museu do Prado – Madrid/Espanha

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